20/03/2014

Mozilla e Unity trazem a engine Unity para WebGL

A Mozilla e a Unity estão anunciando novas ferramentas de desenvolvimento para levar jogos feito na Unity para os navegadores sem a necessidade de plugins, se tornou possível graças as tecnologias pioneiras da Mozilla incluindo WebGL (biblioteca gráfica para Web) e asm.js (biblioteca Javascript para otimização). O add-on WebGL da Unity estará disponível na nova versão da Unity 5.0 no fim do ano.

Fonte: https://blog.mozilla.org/blog/2014/03/18/mozilla-and-unity-bring-unity-game-engine-to-webgl/

Engine para stream de torrents

Para quem gosta e usa NodeJS, conheça o torrent-stream, um módulo do node que permite acessar arquivos dentro de um torrent como uma stream do node. Dessa forma é possível salvar somente os arquivos desejados direto do seu ambiente node. Com isso é possível fazer cliente torrent web e tornar sua interface disponível na web (com um pouco de esforço, um servidor e um domínio :-).

Exemplo de código:
var torrentStream = require('torrent-stream');
var fs = require('fs');

var engine = torrentStream('magnet:my-magnet-link');

engine.on('ready', function() {
    engine.files.forEach(function(file) {
        console.log('filename:', file.name);
        var stream = file.createReadStream();
        // stream is readable stream to containing the file content
    });
});

18/03/2014

Android Wear - Se "vista" com o Android

Hoje, 18 de março de 2014, foi lançado no blog http://android-developers.blogspot.com.br/ o preview dos chamados wearable devices rodando Android. Usado como um relógio de pulso ele vem com sensores embutidos como um monitor de batimentos cardíacos, o qual é possível criar aplicativos usando tecnologias conhecidas de desenvolvedores Android, como Android Studio, Java, ADB.

Para começar a usar basta se inscrever para receber o preview da lib do Android Wear e começar a criar. Já existe um emulador da mesmo forma que o do smartphone em que é possível testar e criar aplicativos que logo poderão ser usados no dia a dia.

Veja mais em: http://developer.android.com/wear/preview/start.html

27/01/2014

Arquivos ASCII - Convertendo formato DOS para Unix e vice-versa

Introdução

Arquivos texto (aqueles que contém somente texto) não são representados da mesma forma nos diversos sistemas operacionais existentes. Um exemplo clássico é a diferença entre a representação de arquivos ASCII em sistemas da Microsoft e sistemas da fámilia Unix (como o Linux). Enquanto a representação da Microsoft usa um valor 13, seguido de um valor 10 para representar um fim de linha (escrito quando você digita o [ENTER]), a representação Unix (também usadas nos Macs modernos) usa apenas o valor 10. O resultado é que se um arquivo ASCII for transferido byte a byte de um sistema para outro, ele pode não ser apresentado corretamente na tela do sistema para onde foi copiado.

Alguns editores de texto detectam esse tipo de problema e fazem a correção automaticamente, para apresentar o arquivo de maneira correta para o usuário. Outros, apresentam o arquivo da maneira como ele realmente é.